Quais as melhores redes sociais para investir?

O objetivo de uma empresa é captar a atenção dos consumidores para os bens e serviços que coloca à venda. Isto é uma verdade insofismável.

Este processo de atração e sedução foi sendo aperfeiçoado ao longo da história num jogo de equilíbrios. De um lado da balança, encontram-se a tecnologia, a criatividade e os meios financeiros que as empresas detêm em cada momento histórico. Do outro, o perfil do público-alvo a que se destina.

Hoje em dia, o fiel desta balança é o digital. O consumidor comunica e compra online e as empresas seguem-lhe o rasto até uma “praça” chamada redes sociais. Aqui, onde muito para lá da fogueira de vaidades que por vezes a alimenta, se encontra o ecossistema ideal para que a comunicação entre empresa e cliente se processe.

Para se ter uma ideia do potencial comunicacional de uma rede social, basta passar o olhar pelos milhares de milhões de utilizadores que Facebook, YouTube ou Instagram partilham. Assim, se percebe que qualquer estratégia de marketing empresarial em pleno séc. XXI tem, obrigatoriamente, que passar por uma presença ativa numa das redes sociais existentes.

Redes sociais mais utilizadas no mundo – Jan 2020 (wearesocial.com)

Porquê investir em redes sociais?

À cabeça, e como acabamos de referir, o número de pessoas com perfil ativo nas redes sociais é, por si só, razão suficiente para que uma empresa aposte neste canal. São muitos milhões de potenciais clientes, 3,48 mil milhões de utilizadores ativos, que não se devem perder.

Número de utilizadores activos em redes sociais – Jan 2020 (wearesocial.com)

Para além deste elemento óbvio, a KPI (ARPU – receita média por utilizador), a taxa de retenção dos utilizadores e o tempo diário que estes despendem no uso das plataformas de redes sociais está a aumentar, tornando o investimento em marketing digital direccionado, personalizado e segmentado para este público não só um investimento frutuoso, como uma fonte de receita importante para as organizações.

O que é Marketing de redes sociais?

Como afloramos no parágrafo anterior, o marketing digital para redes sociais é a “cola” que une quem oferece (empresa) a quem procura (consumidor). Esta “ponte de contacto” é apenas o primeiro objetivo.

Depois de criado o “laço” com os potenciais clientes, a segunda fase é marcada pelo “burilar” do produto ou serviço a comunicar ao público no intuito de o tornar mais atrativo e “necessário” aos olhos de quem se pretende cativar.

Esta “caça” ao seguidor e posterior conversão deste em cliente não é um processo imediato. Consegui-lo exige tempo e uma estratégia de marketing de redes sociais dirigida à natureza específica de cada empresa.

Da mesma forma que o Facebook não é igual ao Twitter ou ao LinkedIn, utilizar as redes sociais como estratégia de marketing deve obedecer ao perfil de consumidor e às ferramentas que cada uma das redes existentes fornece.

Quais as melhores redes sociais para investir?

Não existe aquilo a que se possa chamar com toda a propriedade “melhor rede social”. Investir em redes sociais é um processo que tem sempre por base a natureza da empresa, produto/serviço que fornece, linguagem que pretende utilizar na comunicação e público-alvo.

Por exemplo, o Facebook ou o Instagram, ao possibilitarem uma comunicação direta com o consumidor, afirmam-se como óptimos canais de divulgação e branding favorecendo empresas que operam no formato B2C (business to client).

Em contraponto, pela natureza mais profissional e por ser frequentada por “decisores”, o LinkedIn é a mais indicada para empresas no formato B2B (business to business), enquanto para empresas de base tecnológica o Twitter toma a dianteira.

Esta é uma definição generalista, claro está. Os públicos são multidisciplinares e dividem-se por várias redes sociais em simultâneo.

De igual modo, não é despiciendo pensar que uma empresa diversifique as redes em que está presente de modo a alargar o seu próprio potencial comunicacional.

Se a isto juntarmos diferentes técnicas de marketing – SEO e marketing de conteúdo, por exemplo, temos um bolo denominado de estratégia integrada.

Estratégia integrada

A comunicação integrada de marketing (CIM) é o conjunto de ações que garantem a consistência e coerência da comunicação de uma empresa com o público-alvo.

Por outras palavras, trata-se de uma padronização de linguagem que visa estabelecer o alinhamento em diferentes canais de interação.

Ao desenvolver uma comunicação integrada, a organização empresarial vai estar presente em múltiplas redes sociais, sem que isso a faça perder o seu cunho identitário, e utilizar esses diversos canais para recolher informações junto de públicos diversos, melhorar o seu produto, optimizar o atendimento e, principalmente, vender mais.

Quando falamos em múltiplos canais em interligação, podemos ficar com a impressão de que a mensagem da empresa será exaustiva para os consumidores, mas é precisamente o contrário.

Numa estratégia de marketing digital integrada, que nunca é invasiva, a mensagem é diluída sendo absorvida pelo consumidor de forma mais agradável.

Montar uma estratégia deste tipo exige conhecimento técnico que as empresas podem encontrar numa agência de marketing digital como a Unik SEO.

O papel da Agência de Marketing Digital na estratégia?

Focada na especificidade de cada negócio, a agência de marketing digital especializada em SEO oferece um alargado leque de serviços de marketing nas redes sociais que, entre outras coisas, define um plano de redes sociais em que são analisadas as métricas e KPI da empresa de forma a melhorar a reputação da marca.

Concepção de uma estratégia de conteúdo personalizada e calendário editorial para as contas das redes sociais (seguindo a imagem de marca, valores e cultura da organização), gestão de contas de redes sociais, criação de conteúdo direccionado ou ações especiais de marketing social direcionadas para envolver os fãs, reter utilizadores e aumentar o número de possíveis clientes, fazem igualmente parte dos serviços.

Ao fazer-se valer de uma equipa de SEO orientada para os resultados, a Unik SEO põe em marcha um plano de SMM (social media marketing) ou marketing nas redes sociais, que ajuda as empresas a terem feedback direto dos utilizadores e clientes, motivo pelo qual a marca começa a ter um aspeto mais pessoal e interativo.

O “compartilhamento e interação” são partes essenciais das redes sociais e oferecem aos seus seguidores a oportunidade de questionar ou reclamar e, ao mesmo tempo, de sentirem que são ouvidos e tidos em consideração.

Além disso, através das redes sociais e da comunicação com os utilizadores, também está a gerir um aspeto chave do negócio: a gestão da relação com o cliente ou CRM – Customer Relation Management (ou neste caso, CRM Social).

Entre múltiplos exemplos, as campanhas de PPC têm um impacto direto no tráfego e oferecem ao website da empresa uma exposição imediata muito superior.

O Marketing de PPC (Pay-Per-Clique) é uma forma de criar e mostrar os anúncios de uma empresa aos utilizadores que têm a maior probabilidade de se interessar pelos produtos ou serviços que a empresa está a vender.

Esta ferramenta é extremamente útil quando falamos de redes sociais.

Pode ter interesse em: SEO ou Google Ads? Ou ambos?

Anunciar nas Redes Sociais

Aproveitar todo o potencial de redes sociais como o Facebook ou o Instagram implica investir em anúncios pagos através das funcionalidades Facebook Ads e Instagram Ads.

Como funciona o Facebook Ads?

Esta ferramenta funciona com base no micro-targetting que, após reunir as várias informações pessoais disponíveis no perfil dos utilizadores do Facebook, direciona os seus anúncios para o público mais passível de comprar alguma coisa à empresa.

Como funciona o Instagram Ads?

Os anúncios criados no Instagram possuem o formato típico de fotos ou vídeos. A única diferença entre uma foto ou vídeo comum e uma foto ou vídeo patrocinado é a tag “patrocinado” que virá a acompanhar a fotografia (canto superior direito).

Para além de patrocinar determinada foto ou vídeo, as empresas podem, por intermédio de CTAs (call-to-action), redirecionar o utilizador para um link que esteja relacionado com a organização propriamente dita ou com um produto/serviço especifico que ela disponibilize.

Qualquer que seja o resultado que uma dada empresa deseje obter, as estratégias de SEO para redes sociais que a Unik SEO disponibiliza, estão pensadas para trazer uma série de vantagens para as empresas.

Vantagens em investir nas redes sociais

  • Aumento das suas vendas;
  • Construção de autoridade;
  • Redução dos custos com marketing (o marketing digital com o apoio de estratégias de redes sociais é muito mais barato e capaz de gerar um alcance muito maior com o mesmo orçamento);
  • Geração de leads e captação de potenciais clientes;
  • Aumento do tráfego do website através das Redes Sociais;
  • Aumentar da visibilidade e da popularidade;
  • Capacidade de mensuração (poder de mensuração de campanhas e análise de retorno sobre o investimento- ROI);
  • Lealdade para com a marca.

SEO ou Google Ads? Ou ambos?

São mais de 1,2 triliões de procuras na web todos os anos, correspondentes a 3,5 biliões de pesquisas diárias e 40.000 pesquisas por segundo. É este o potencial do Google.

Assim, estar presente nas páginas de resultados deste motor de pesquisa faz parte da estratégia de Inbound Marketing de qualquer agência de marketing digital para qualquer cliente, seja qual for o seu produto ou serviço.

Em marketing digital e no caminho para o objetivo de obter mais tráfego para um website, a presença nas páginas de resultados dos motores de pesquisa pode ser obtida de forma orgânica (SEO) ou paga (Google Ads).

Haverá uma técnica melhor do que a outra? Quais as diferenças entre as duas? Será que se podem conjugar?

O que é o SEO?

Antes de mais, as definições. Search Engine Optimization (SEO) ou Otimização para Motores de Pesquisa é o processo que visa aumentar a quantidade e qualidade de tráfego orgânico para um determinado website, através de uma série de processos, estratégias e técnicas para melhorar a posição do website na página de resultados dos motores de pesquisa.

O que é o SEO?

O que é Google Ads?

Quanto ao Google Ads ou campanhas CPC, permite ao interessado a exibição de anúncios pagos baseados em palavras-chave, tanto nas páginas de resultados do motor de pesquisa como nas respetivas redes de display – como, por exemplo, o Gmail.

Os resultados do Google Ads surgem de forma rápida, visto que não dependem dos processos de crawling e indexação que os bots do Google fazem pela internet (como o SEO depende).  Há duas formas de pagar o Google Ads: ou através de custo por clique (CPC) ou de custo por mil impressões (CPM).

O Google Ads opera apenas na rede da gigante tecnológica norte-americana e em sites que usam o Google Adsense. Os seus anúncios aparecem no topo da página de resultados do motor de pesquisas.

O que é Google Ads?

Com o Google Ads é mais fácil de calcular o Retorno Sobre o Investimento (ROI), visto que se pode medir de forma ágil o ganho obtido por cada anúncio em função do que se gastou com este. Os resultados são imediatos, já que após o momento em que a campanha é criada, o tráfego começa logo a aparecer.

Como em qualquer plataforma de anúncios pagos, no Google Ads pode-se segmentar os anúncios para que estes apareçam apenas, por exemplo, para utilizadores com maior potencial de conversão – como as pessoas que estejam à procura de determinado produto ou serviço.

Estratégia de SEO e Google Ads

Numa estratégia de Google Ads, que pode fazer sentido a curto prazo, o investimento poderá ser maior.

Quanto ao processo de SEO, demora mais tempo a implementar, mas tem desde logo uma vantagem óbvia: aponta a resultados orgânicos e não pagos. Logo, o investimento é menor.

Outra vantagem – que não é pequena – é que os utilizadores confiam mais em resultados orgânicos do que nos que são pagos. Estima-se que mais de 80% dos utilizadores confiem mais nos resultados orgânicos do que nos pagos.

Será que SEO e Google Ads são assim tão antagónicos? À primeira vista, parece que sim. Mas há mais para além da primeira vista.

SEO e Google Ads: são complementares?

As duas estratégias podem ser complementares. SEO é sinónimo de cliques orgânicos a longo prazo. Google Ads pode ter retorno imediato, se bem aplicado. Mas se precisa de ter resultados mais rápidos, pode, enquanto prepara e implementa uma estratégia SEO, investir em links patrocinados do Ads.

Futuramente será sempre importante ter um bom posicionamento orgânico, até para que o seu site continue bem colocado nas páginas de resultados dos motores de pesquisa quando a sua campanha paga terminar. Assim, combina o melhor dos dois mundos.

Outro exemplo prende-se com a utilização de palavras-chave que, tendo volume, devem ser deixadas de fora de uma campanha de Ads porque não são lineares para este formato, mas podem ser aproveitadas na produção de conteúdos ligados à estratégia SEO de back-links a desenvolver.

Da mesma forma, poderá usar o Google Ads para identificar a efetividade na conversão de title tags e meta descriptions e transferi-las para o seu uso em SEO – basta anotar aquelas que apresentam melhor conversão nos resultados.

É assim possível aproveitar os dados oferecidos pelo Google Ads para o ajudar a melhorar a otimização SEO dos seus conteúdos em motores de pesquisa. Pode também aproveitar esta combinação de estratégias para alinhar os guias de estilo, tom de voz, léxico e semântica dos seus anúncios com a dos seus conteúdos, quer SEO, quer do seu blogue ou redes sociais, dando identidade à sua marca.

Nada se perde e tem tudo a ganhar.